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Número 154-Abril 2019

Nesta Edição

Instituto MDT define Plano de Gestão para o período 2019-2021
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A sede do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), em São Paulo, recebeu no dia 29 de abril de 2019 a 4ª Assembleia Geral do Instituto MDT e a 7ª Reunião do Conselho Diretor do Instituto MDT. Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente do Instituto MDT, Getúlio Vargas, e pelo diretor nacional, Nazareno Affonso.

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Nessa ocasião, foram aprovadas as contas da entidade referentes ao ano de 2018, que haviam obtido parecer favorável do Conselho Fiscal, e a previsão orçamentária para 2019. A apresentação das informações de natureza orçamentária foi feita pelo secretário executivo do Instituto MDT, Wesley Ferro Nogueira.

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No encontro, ficou definido que se fará um esforço para ampliar o quadro de associados. E se decidiu que se adotará uma sistemática de reajuste anual das contribuições sempre a partir do início do segundo semestre de cada ano.

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Houve ainda a apresentação do documento Balanço das Ações Políticas de 2018, o qual pode ser acessado por meio de link ao final desta matéria.

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Segundo o diretor nacional do Instituto MDT, Nazareno Affonso, o Plano de Gestão para o triênio coincide em larga medida com as Diretrizes para 2019, de modo que, para facilitar o entendimento, optou-se por apresentar os tópicos do Plano com destaque dos pontos diretamente relacionados com o ano em curso.

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A apresentação contou com intervenções e comentários de todos os conselheiros presentes.

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Todos os pontos do Plano de Gestão 2019-2021 e o conjunto de Diretrizes de Ação para 2019 foram aprovados, devendo ser enriquecidos com sugestões que os conselheiros poderão encaminhar até dia 20 de maio .

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O Plano e o conjunto de Diretrizes para 2019 constituirão o arcabouço de apresentação a ser feita em maio ao Conselho Diretor da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), entidade que desde a primeira hora integra o Conselho do MDT, tendo atuado na fase de Articulação MDT (2003-2016) e também nesta fase atual de consolidação do Instituto MDT.

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A primeira matéria desta edição de Movimentando apresenta as linhas do Plano de Gestão 2019-2021 e as Diretrizes para 2019.

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As linhas gerais do Plano de Gestão 2019-2021 e as Diretrizes para 2019O Plano de Gestão 2019-2021 coincide em larga medida com as Diretrizes para 2019, de modo que, para facilitar o entendimento, na 4ª Assembleia Geral do Instituto MDT, em 29 de abril de 2019, optou-se pela apresentação dos tópicos do Plano com destaque dos pontos diretamente relacionados com o ano em curso. Todos os pontos do Plano de Gestão 2019-2021 e o conjunto de Diretrizes de Ação para 2019 foram aprovados, devendo ser enriquecidos com sugestões que os conselheiros poderão encaminhar até dia 20 de maio de 2019.Ler em página de impressão
Instituto MDT acompanha debates a respeito da criação de região metropolitana abarcando Brasília e cidades goianas e mineiras do entornoO Instituto MDT está acompanhando os debates a respeito da aprovação da Medida Provisória 862/2018, que possibilita ao Distrito Federal vir a integrar uma “região metropolitana com os municípios limítrofes ao seu território”, sejam de Goiás ou Minas Gerais, uma vez que o Estatuto da Metrópole (Lei nº 13.089/2015) restringia esse direito somente aos estados da federação, sem nenhuma menção explícita à garantia de participação do DF. A formalização e a delimitação dos municípios que viriam a integrar essa Região Metropolitana seriam viabilizadas, posteriormente, a partir da aprovação de lei complementar pelas Assembleias Legislativas de Goiás e de Minas Gerais e pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. Em 23 de abril de 2019, o diretor nacional do Instituto MDT, Nazareno Affonso participou de seminário Os Desafios da Criação da Região Metropolitana do DF organizado pelo Núcleo de Estudos Urbanos e Regionais (NEUR), da Universidade de Brasília (UnB),.Em 24 de abril de 2019, Nazareno Affonso e o secretário executivo do Instituto MDT, Wesley Ferro, participaram de audiência pública no Senado sobre a Medida Provisória 862/2018. Ler em página de impressão
Divulgada a estrutura temática da Arena ANTP 2019, programada para setembro próximo em São PauloEm abril, a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e a OTM Editora divulgaram a estrutura temática da 'ARENA ANTP 2019', evento programado para os dias 24, 25 e 26 de setembro de 2019, no Transamerica Expo Center, Pavilhão C, em São Paulo. O encontro terá 39 sessões abarcando todos os principais temas relacionados com a mobilidade urbana no Brasil e contará também com conferencistas internacionais.Ler em página de impressão
ANPTrilhos lança o documento ‘Agenda de Governo 2019-2022 do Setor Metroferroviário Brasileiro’ com propostas para a elaboração de políticas públicasA Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) lançou o documento intitulado Agenda de Governo 2019-2022 do Setor Metroferroviário Brasileiro, no qual apresenta as propostas do setor para a elaboração de políticas públicas durante o período compreendido entre 2019 e 2022. A apresentação aconteceu no dia 24 de abril de 2019, em Brasília.Ler em página de impressão

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As linhas gerais do Plano de Gestão 2019-2021 e as Diretrizes para 2019O Plano de Gestão 2019-2021 coincide em larga medida com as Diretrizes para 2019, de modo que, para facilitar o entendimento, na 4ª Assembleia Geral do Instituto MDT, em 29 de abril de 2019, optou-se pela apresentação dos tópicos do Plano com destaque dos pontos diretamente relacionados com o ano em curso.
 
Todos os pontos do Plano de Gestão 2019-2021 e o conjunto de Diretrizes de Ação para 2019 foram aprovados, devendo ser enriquecidos com sugestões que os conselheiros poderão encaminhar até dia 20 de maio .
 
AÇÕES COM BASE NOS RECURSOS HOJE DISPONÍVEIS
 
Na apresentação das propostas para o Plano de Gestão 2019-2021 e das Diretrizes de Ação de 201, Nazareno Affonso explicou que o Instituto MDT possui um conjunto de ações institucionais que expressam a razão de existência da entidade, passando a relacioná-las.
 
As ações são estas:
 
Participar das atividades do Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU), atuando como entidade especializada nas questões da mobilidade urbana.
 
Acompanhar e participar das atividades dos Fóruns de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade – no âmbito nacional e na esfera estadual.
 
• Na esfera do Legislativo Federal, atuar no relançamento da Frente Parlamentar do Transporte Público, com o apoio da NTU.
 
Articular atividades com as Comissões Permanentes da Câmara Federal, notadamente: Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) e na Comissão de Viação e Transporte (CVT).
 
Atuar na criação da Frente Nacional da Sociedade Civil em Defesa do Transporte Público, trabalhando na elaboração de um manifesto, na coleta de assinaturas de entidades apoiadoras e na preparação de textos doutrinários, sobretudo artigos para serem publicados no site que dará visão virtual à frente.
 
Atuar na Defesa da Paz no Trânsito, com o acompanhamento das iniciativas de mudança visando a mudanças no Código de Trânsito. Brasileiros, na ameaça aos retrocessos nas medidas de controle de velocidade e na articulação com a Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro.
 
Acompanhar e participar das atividades da articulação BR Cidades, com ampla participação de especialistas, acadêmicos e representantes de organizações interessadas na mobilidade urbana e no desenvolvimento urbano.
 
Proceder ao acompanhamento permanente das ações da Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos, do Ministério do Desenvolvimento Regional (SEMOB/MDR), cujo titular, Jean Carlo Pejo, tem participado de um grande número de encontros do setor, apresentando suas propostas e ouvindo reivindicações. Ele anunciou recentemente a constituição, no âmbito da Semob/MDR, do Conselho Consultivo da Mobilidade, a ser composto por secretários de Mobilidade e Transporte representando as cinco regiões brasileiras, ao lado de representantes da ANTP, ANPTrilhos, NTU e da Frente Nacional de Prefeitos (FNP).
 
Preparar, como vem ocorrendo anualmente nos últimos anos, o Manifesto da Jornada Brasileira ‘Na Cidade, Sem Carro’, em parceria com o Instituto RUAVIVA.
 
Dar sequência a ações possíveis para as quais entendimentos já estavam em andamento, são elas:
 
a) Novas edições do Curso Mobilidade Sustentável e Inclusão Social Cursos MDT, por demanda;
 
b) Realização de Seminário sobre o Entorno do Distrito Federal;
 
c) Comunicação: artigo mensal/lançar site MDT;
 
d) Com o apoio do Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB) organização privada, promover a atualização e reedição digital do livro Mobilidade, Inclusão e Direito à Cidade: Novas Conquistas, da cartilha em quadrinhos A cidade é das pessoas e não dos carros, e do livro Fortalecendo o Direito Urbanístico e a Mobilidade Urbana para a Efetivação do Direito à Cidade (este, um trabalho elaborado em 2015, com financiamento da Fundação Ford e do Instituto Brasileiro de Direito Urbano – IBDU e ainda não divulgado).
 
Atuar permanentemente na captação de novos contribuintes.
 
NOVAS AÇÕES, QUE DEPENDEM DE NOVOS RECURSOS
 
Participar de ações do programa Construindo hoje o amanhã – Propostas para o Transporte Público e a Mobilidade Urbana Sustentável no Brasil, assinado pela ANTP, FNP, NTU e Fórum de Secretários, com apoio do Instituto MDT.
 
Promover a elaboração e difusão do ideário do Sistema Único da Mobilidade Urbana Sustentável (SUM), que integra proposta ainda maior, visando a um Pacto da Sociedade pelo Transporte como Direito Social.
 
Estruturar ações visando às Eleições 2020 (Municípios) – Agenda transformadora da mobilidade urbana, com os temas: Inclusão do Transporte Público, Redução de vítimas no trânsito e Transporte Ativo nos programas de governo.
 
Articular lutas com o Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU) – Oficina com Movimentos Populares Nacionais sobre a construção de uma agenda popular da mobilidade urbana (Encontro Nacional dos Movimentos Nacionais).
 
Promover Ações Públicas – Ampliação e Defesa das Faixas Exclusivas (articulação com NTU e Fórum de Secretários).
 
Desenvolver a série de oficinas intitulada Diálogos da Mobilidade (Reflexão, síntese e publicação), com os seguintes temas:
 
a) Eletromobilidade no transporte público;
 
b) Tarifa Zero no transporte público;
 
c) Aplicativos de transporte;
 
d) Lições aprendidas na implantação da Política Municipal de Mobilidade Urbana – PMMU.
 
Efetivar o Balanço da Década de Redução de Vítimas do Trânsito – 2011/2020.
 

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Instituto MDT acompanha debates a respeito da criação de região metropolitana abarcando Brasília e cidades goianas e mineiras do entornoO Instituto MDT está acompanhando os debates a respeito da aprovação da Medida Provisória 862/2018, que possibilita ao Distrito Federal vir a integrar uma “região metropolitana com os municípios limítrofes ao seu território”, sejam de Goiás ou Minas Gerais, uma vez que o Estatuto da Metrópole (Lei nº 13.089/2015) restringia esse direito somente aos estados da federação, sem nenhuma menção explícita à garantia de participação do DF. A formalização e a delimitação dos municípios que viriam a integrar essa Região Metropolitana seriam viabilizadas, posteriormente, a partir da aprovação de lei complementar pelas Assembleias Legislativas de Goiás e de Minas Gerais e pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.
 
Em 23 de abril de 2019, o diretor nacional do Instituto MDT, Nazareno Affonso participou de seminário Os Desafios da Criação da Região Metropolitana do DF organizado pelo Núcleo de Estudos Urbanos e Regionais (NEUR), da Universidade de Brasília (UnB), representado pelos professores Aldo Paviani e Sergio Magno e contou também com a participação de representantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), professor Marco Aurélio Costa, ex-presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) e Julio Miragaya.
 
Na ocasião ficou evidenciado para o Diretor Nacional do Instituto MDT a dificuldade de haver entendimento entre os principais atores do processo: Governo Federal, Governo do Distrito Federal e Governo de Goiás, a fragilidade da legislação e que a questão precisa ter um norte de conseguir criar uma cidadania dos habitantes do Entorno ou periferia do Distrito Federal.
 
Em 24 de abril de 2019, Nazareno Affonso e o secretário executivo do Instituto MDT, Wesley Ferro, participaram de audiência pública no Senado sobre a Medida Provisória 862/2018. Nessa oportunidade, ficou mais uma vez evidente a divergência entre os parlamentares de Goiás e do Distrito Federal. A divisão entre as duas bancadas se deu principalmente em função da proposta apresentada pelo relator da MP - o deputado José Nelto (PODEMOS/GO) – que, inicialmente, apresentou proposta para a destinação de 20 % dos recursos previstos no Fundo Constitucional do DF para aporte em projetos da futura Região Metropolitana, o que gerou uma forte oposição da bancada do DF, preocupada com a perda de recursos que hoje são utilizados no custeio da saúde e da educação e na organização e manutenção da segurança pública.
 
Posteriormente, o relator alterou a sua proposta e sugeriu que a União promovesse um aporte complementar de 20 % ao Fundo Constitucional do DF. Entretanto, mesmo com a mudança, não houve consenso entre as bancadas e o relatório final nem chegou a ser votado dentro da Comissão Mista.
 
Na audiência consignou-se novo adiamento da votação do relatório da Medida Provisória 862/2018, que permite a criação de uma região metropolitana abarcando o Distrito Federal e municípios de Minas Gerais e Goiás.
 
Segundo a Agência Brasília, do Governo do Distrito Federal (GDF), os parlamentares não entraram em consenso sobre uma alteração no texto do relatório proposta pelo senador José Nelto, relator da proposta na Comissão Mista que analisa a MP que alterou o relatório atribuindo à União a obrigação de retirar 20% dos recursos do Fundo Constitucional do DF para a implementação e manutenção da região metropolitana. “Criar a região metropolitana sem orçamento é fazer a política da chamada enganação, que fica no papel, defendeu o relator.
 
A bancada do DF, no entanto, se manifestou contra a retirada de recursos do Fundo criado para prover os recursos necessários à organização e manutenção da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, bem como para execução de serviços públicos de saúde e educação. Para os parlamentares, alterar a destinação dos recursos é inconstitucional e a aprovação geraria questionamentos ao Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Após várias manifestações de parlamentares, e da promessa do governo federal de repassar recursos do Fundo Social para essa atividade, a deputada Celina Leão (PP) apresentou requerimento para adiar a votação, que foi acatado pela comissão. O adiamento torna ainda mais apertado o prazo para a aprovação da medida, que vence em 14 de maio.
 
Segundo explica a Agência Brasília, as regiões metropolitanas geralmente envolvem municípios de um mesmo estado. A MP 862/2018, no entanto, abre uma exceção para que o DF possa participar de região metropolitana com municípios limítrofes. A ideia é que os governos dessas localidades que são interdependentes possam coordenar ações e investimentos.
 
Os estados e o DF poderão, por exemplo, firmar convênio para captar recursos e fazer uma única licitação para uma obra comum, simplificando esforços e reduzindo gastos. A MP 862/2018 não define os municípios limítrofes que integrarão a região metropolitana, o que deve ser feito por leis complementares, que devem ser aprovadas pelas assembleias legislativas de Goiás e Minas Gerais e pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.
 
Outra questão de fundo é a proposta da MP 862/2018 em face do que caberia a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), que abrange quatro cidades de Minas Gerais e 29 de Goiás. Porém, segundo a justificativa da MP, essa iniciativa não surtiu os efeitos necessários para dinamizar as relações entre o DF e os municípios da região.
 

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Divulgada a estrutura temática da Arena ANTP 2019, programada para setembro próximo em São PauloA Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e a OTM Editora divulgaram no final de abril a estrutura temática da ARENA ANTP 2019, evento programado para os dias 24, 25 e 26 de setembro de 2019, no Transamerica Expo Center, Pavilhão C, em São Paulo.
 
O encontro terá 39 sessões abarcando todos os principais temas relacionados com a mobilidade urbana no Brasil e contará também com conferencistas internacionais.
 
Haverá ainda sessões específicas de apresentação de comunicações técnicas selecionadas entre 234 trabalhos previamente inscrições e que versam sobre transporte públicos, trânsito, questões urbanas, meio ambiente, transporte não motorizado, qualidade, marketing e tecnologia.
 
Em formato dinâmico, participativo e inovador, a ARENA ANTP 2019 dá sequência à tradição do Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito realizado bienalmente pela ANTP desde 1979. O ambiente das sessões estará imerso em uma exposição de produtos e serviços, com empresas líderes em diferentes segmentos do setor.
 
OS TRABALHOS NA MANHÃ DO PRIMEIRO DIA
 
Para sessão de abertura da ARENA ANTP 2019, em 24 de setembro de 2019, às 9 horas, foram convidados o governador do Estado de São Paulo, João Dória Júnior; o ministro Gustavo Henrique Rigodanzo Canuto, do Desenvolvimento Regional, e o prefeito de São Paulo, Bruno Covas.
 
A conferência de abertura, a partir das 9h30, reunirá o secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Alexandre Baldy, e o secretário municipal de Mobilidade e Transporte de São Paulo, Edson Caram.
 
Ainda no período da manhã serão desenvolvidos outros três temas. A partir das 10h30, no campo das políticas públicas e de atuação dos órgãos gestores, estarão em foco projetos de mobilidade integrada no Brasil.
 
A partir das 11h30, será examinado o tema da mobilidade integrada na América Latina, com exploração das experiências da Cidade do México e de Medellín, na Colômbia.
 
A partir das 12h30, haverá sessão sobre o estímulo à mobilidade ativa como forma de alcançar uma cidade mais humana e saudável.
 
SESSÕES VESPERTINAS NO PRIMEIRO DIA
 
Os trabalhos do primeiro dia serão retomados às 14h com uma discussão sobre modelos de financiamento para projetos de mobilidade.
 
Na sessão seguinte, a partir das 15h, o tema será micromobilidade urbana por meio de bicicletas e patinetes.
 
A questão do meio ambiente será examinada a partir das 16h, em sessão que discutirá os aspectos mais significativos dos problemas e soluções ambientais relacionados com a mobilidade nas cidades.
 
No final do dia, a partir 17h, serão dedicadas duas horas ao debate da questão do transporte público estrutural, com foco sobre diferentes sistemas e modos: trilhos, pneus, corredores, metrô e VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).
 
A MANHÃ DO SEGUNDO DIA
 
Nove sessões compõem o programa do segundo dia, 25 de setembro. A sessão de abertura dessa jornada, das 9h às 9h30, será conduzida por Luiz Carlos Mantovani Néspoli, dirigente da ANTP, e por Marcelo Fontana, diretor da OTM Editora.
 
O primeiro tema da manhã, com início às 9h30, será MaaS - Mobility as a Service, focalizando novos conceitos de mobilidade integrada e mobilidade como serviço, que colocam o usuário no centro do serviços de transportes.
 
Em seguida, a partir das 10h30, no campo da tecnologia e meios de pagamento, será desenvolvida discussão sobre as novas tecnologias para o pagamento das tarifas e aceitação de cartões bancários EMV Contactless no transporte público.
 
A sessão seguinte, às 11h30, tratará das novas tecnologias que facilitam a gestão e a mobilidade urbana.
 
Fechando o período da manhã, a partir das 12h30, estará em foco a matriz energética brasileira, com exame da realidade atual e as perspectivas de investimento no futuro desse segmento.
 
A TARDE DO SEGUNDO DIA
 
Os trabalhos do período vespertino serão abertos às 14 horas com o tema do transporte sob demanda (on demand) e com autos compartilhados (CarSharing).
 
Na sessão seguinte, às 15 horas, estará em debate o tema das empresas que investem em mobilidade urbana sustentável.
 
Na faixa das 16h, serão colocados em exame aspectos da legislação brasileira relacionados coma abertura e proteção de dados e da tarifa de remuneração e tarifa pública.
 
Na última sessão do segundo dia, a partir das 17 horas, o debate será sobre trânsito e mobilidade, como foco sobre a realidade e os desafios mundiais nesse campo.
 
NO TERCEIRO DIA, SESSÕES SIMULTÂNEAS
 
Faixa matinal. No terceiro dia, estarão abertos seis auditórios, com atividades simultâneas. Para a faixa da manhã, os temas previstos são os seguintes: Auditório 1 – Ônibus urbanos, com condução da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU); Auditório 2 – Ônibus rodoviário, com condução da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (ABRATI); Auditório 3 – Trilhos, com condução da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos); Auditório 4, dois temas, dividindo o período de quatro horas: das 9 às 11h, Segurança Viária, e das 11 às 13h, Gestão da Educação para o Trânsito; Auditório 5, Tecnologia, inovação e bilhetagemTecnologia Veicular.
 
Primeira faixa da tarde. Para a primeira faixa da tarde, das 14 às 16h, estão previstos os seguintes temas: Auditório 1 – Mobilidade e acessibilidade a pé e a Lei de Mobilidade Urbana. Auditório 2 – Fretamento, com condução da ANTTUR/FRESP. Auditório 3 – Locação de Veículos, com condução da Associação Brasileira de Locação de Automóveis (ABLA); Auditório 4 – Saúde e segurança no trânsito; Auditório 5 – Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana, e Auditório 6 – Logística e abastecimento.
 
Faixa horária final. Na última faixa horária do dia, das 16h às 18h, outros seis temas. No Auditório 1 – Gestão e Operação de ITS; Auditório 2 – Trem Intercidades; Auditório 3 – Tecnologias para gestão de trânsito; Auditório 4 – Tecnologias para gestão de trânsito; Auditório 5 – Mobilidade e gênero, e Auditório 6 – Formação de condutores: tecnologias de aprendizagem e simuladores.
 

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ANPTrilhos lança o documento ‘Agenda de Governo 2019-2022 do Setor Metroferroviário Brasileiro’ com propostas para a elaboração de políticas públicasNo dia 24 de abril de 2019, em Brasília, a Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) lançou o documento intitulado Agenda de Governo 2019-2022 do Setor Metroferroviário Brasileiro, no qual apresenta as propostas do setor para a elaboração de políticas públicas durante o período compreendido entre 2019 e 2022.
 
No próprio dia 24 e no dia seguinte, dirigentes da ANPTrilhos apresentaram o documento a representantes da Casa Civil, Ministério da Infraestrutura, Ministério de Minas e Energia, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados.
 
ESTRUTURAÇÃO
 
Direcionado aos municípios, estados e à esfera federal, o documento também apresenta reivindicações setoriais que poderão resultar na melhoria de qualidade do serviço prestado, consolidar a segurança jurídica, bem como a sustentabilidade dos negócios do setor, abrindo espaço para a expansão do transporte de alta capacidade para os brasileiros.
 
A Agenda de Governo 2019-2022 está classificada em propostas prioritárias e cinco eixos temáticos, que são os grandes temas deste documento. São eles: Propostas Prioritárias, Tema I – Ambiente Institucional e Regulatório, Tema II – Redução do Custo Operacional, Tema III – Financiamento e Viabilização de Projetos, Tema IV – Modicidade Tarifária, Tema V – Sustentabilidade.
 
POSICIONAMENTO
 
Sobre a iniciativa, o presidente da ANPTrilhos, engenheiro Joubert Flores, assinalou: “O grande problema de mobilidade vivenciada nos municípios e nas regiões metropolitanas é reflexo da elevada taxa de urbanização das cidades brasileiras, cada vez mais densas e interligadas, aliada à deficiência de um planejamento integrado de transportes, que estruture os grandes fluxos, bem como à insistente dependência de sistemas de transporte baseados em combustíveis fósseis”.
 
O dirigente acrescentou: “Entre os temas que defendemos neste documento está a implantação de um modelo estruturante de transporte de alta capacidade, que tenha como protagonista o modo de transporte sobre trilhos, como o trem ou metrô, por exemplo, devidamente integrado tarifária e fisicamente a outros modais, com modicidade tarifária”.
 

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